CAVALEIROS AMERICANOS DO FOGO – C.A.F.H.

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Ordem relacionada a Santiago Bovisio, fundada em 3 de março de 1937, cujo nome vem de lojas maçônicas e tábuas redondas teosóficas. Refere-se ao grau 27 do Rito de Memphis e Misrain maçônico, denominação usada pelos filósofos herméticos, relacionado a filosofia de fogo de Hermes Trimegisto. Filósofos da chama. Bovisio também era radicado na loja maçônica alemã e militante da Antroposofia, e assim com a chegada do nazismo na Alemanha, teve de ir para a Argentina.

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A “Reunião das Almas CAFH” tem como base a ideia de renúncia. Outro personagem importante, juntamente com seu livro é Dr. Ramón Pascual Muñoz Soler, diretor da Associação da Cultura Espiritual Argentina e Organizador de Centros de Estudo de Psicología Médica, Parapsicológíca e Psicología Educacional, sua obra sendo O Camino da Egoencia. Outras obras surgem, como de  Jorge Isaac Vassenberg (Waxemberg), sucesor de Bovisio na frente da CAFH. São a “Renúncia e o Sentido da Existência” (1969), “A Ascética da Renúncia” (1970) e “Da Mística e os Estados de Conciência” (1972). Rumores que a Ordem e seus membros estariam supostamente ligados a agentes de inteligência e a popular Loja P2, bem como a planos de destruição interna. A ela estavam ligados jovens que mudavam suas crenças religiosas. Em maioria psicólogos e psiquiatras. Mas seu caminho é de luz, pela renúncia e caminho do coração.

Certas escolas estavam destoando de princípios cristãos e os formadores seriam advindos dessa “seita”. Autodenominada Cavaleiros Americanos do Fogo, de sistema aparentemente rosacruz e maçônico, mas com seu próprio cerimonial litúrgico para os ritos de iniciação, casamentos e honras fúnebres. Com Bovisio a ordem começa com poucos membros, em torno de 100, mas com o tempo cresce e chega a milhares, em vários países americanos. Mas com a morte de Bovisio a Ordem perde sua característica, entra para a exigência do Estado e acaba em 1977, ou se transforma.

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A Ordem começa, segundo eles, na Ásia Central, a 24 milênios, e se distribuiu por 7 lugares diferentes. A obra destes conta com 773 ensaios e 47 livros, distribuídos em diversos países. Mas sua origem é esotérica e é dirigida astralmente pela Mãe Velada. Assim destinada ao homem americano-aquariano, que se iniciava. Uma Ordem do Fogo. Também mostra alguma analogia cainita, em oposição em mistérios da água, de Abel. Isso lembra a obra de Max Heindel sobre Catolicismo e Maçonaria. Realacionada a obra de grandes ocultistas do renascimento, como Celador, Girolamo Savonarola, e por fim em Bovisio, que era clarividente. Assim relacionado ao iniciador solar, Maitreya.

Tinham uma filosofia contra a riqueza e nisso criticavam católicos e judeus. Mas passou por uma crise. Isso se mostra na Assembleia do Plenilunio de Maio de 1977, em San Paulo, Brasil, quando todos os Superiores reunidos não puderam se por antes um simples pedido de perdão. Mas a riqueza os atraiu, tendo casas, campos, depósitos bancários etc. Restou apenas os ensinamentos do mestre Santiago. Atualmente mais em ajuda social. No Brasil a Ordem tem palestras, eventos e estudos, e pode ser encontrada em:

em Belo Horizonte

em Goiania

em Juiz de Fora

em Recife

em Salvador

em São José dos Campos

em São Paulo

Por fim, os filhos da Cafh hão de santificar seu dia.

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Coluna com traduções dos textos do blog do Sam Robinson. Esta é uma tradução do artigo “Secret Origins of the Rosicrucian Tomb in the King Arthur Tradition“, realizada por "O Outro Lado".

E se o túmulo de Christian Rosenkreutz remontasse a milhares de anos atrás? E se ele realmente existe?

Conforme eu sento e contemplo com os meus amigos alemães, olhamos para os modelos antes de nós e decidimos juntos, sim, é hora de começar seções editoriais dos nossos ensinamentos rosacruzes. Nossa Ordem é um conclave de amigos, agora trabalhando sob as duas últimas remanescentes tradições rosacruzes alemãs a ser encontradas, e nosso objetivo é ajudar a disseminar as maiores raízes europeias da Tradição Rosacruz, e ajudar pessoas a descobrir quão profundo realmente são o alcance das implicações dos admitidos símbolos Rosacruzes e onde encontram-se os sistemas de iniciação contemporânea, nos termos do maior oceano da tradição do mistério da Europa ocidental.

mythic-vaultNo momento eu tenho a opinião que deveríamos nos concentrar em nosso trabalho espiritual com discernimento a respeito de uma perspectiva mais ampla de tais tradições enriquecedoras, em vez de deixar-nos tornar-se sujeito à ideia de que os ensinamentos de qualquer Ordem são perfeitos em si mesmos.

Entretanto, poucas pessoas, em Ordens como Golden Dawn ou AMORC, hoje percebem exatamente onde suas Ordens estão posicionadas dentro dos domínios da Pansofia e Teosofia da Alemanha, e que existe tal posição.

Nossa Ordem, A Mystica Aeterna e sua Ordem Interna: ORMUS, decidiu apresentar esta maior relação, e explicar a hierarquia entre escalas cósmicas, o caminho para Regeneração, e como exatamente as diferentes ordens esotéricas oferecem diversas etapas sobre esta escada de iniciação. Na verdade, pouquíssimas Ordens apresentam todas sob o mesmo teto. A fim de começar esta missão de disseminar o que herdamos aqui na Alemanha, meu primeiro artigo aborda as origens antigas do túmulo Rosacruz de Christian Rosenkreutz.

...continuar lendo "Origens Secretas do Sepulcro Rosacruz na Tradição do Rei Arthur"

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Diferente do que muitos imaginam, bem como do usual por nosso país, onde há Fraternidades Rosacruz, é se pensar em uma sociedade Rosacruz dentro da Maçonaria, ou que se exige ser maçon antes de Rosacruz. Por aqui vemos as ordens fundadas no século 19 afiliando e ensinando, com muita propriedade e eficiência, e que são um baita caminho espiritual e iniciático. Mas houve e existe ainda as Rosacruzes maçônicas: a SRIS - Sociedade Rosacruciana in Scotia, a SRIA - Sociedade Rosacruciana in Anglia (Inglaterra), a Societas Rosicruciana in Civitatibus Foederatis (dos EUA). Porém, aparecem materiais atuais da SRIA com 12 graus.

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Também diferentemente das ordens que conhecemos e vemos mais divulgadas, do século 19, as rosacruzes maçônicas têm seu trabalho iniciático desde 1800, e então em período muito anterior aquelas que se buscam fora dessas três citadas acima. Semelhante a Rosacruz original que conhecemos, ou uma que surgiu após os manifestos, a Rosacruz de Ouro (GURC), essas rosacruzes necessitam de filiação maçônica antes de sua iniciação. Sua estrutura de graus é semelhante as Ordens Rosacruzes, e geralmente em número de 9, diferentemente da Rosacruz de Ouro, que possuía 12, bem de como outras Ordens Rosacruzes, como a Aurora Dourada e outras posteriores.

Segundo consta, o corpo diretivo da Sociedade Rosicruciana in Civitatibus Foederatis (EUA) é conhecido como o Supremo Conselho, composto por Fratres de oitavo e novo graus. O chefe da Sociedade é intitulado O Supremo Magus, do nono grau, eleito a cada triênio. Já as instâncias são chamadas de "colégios", sendo cada uma delas dirigida, nos Estados Unidos, por um Adepto Chefe, de nono grau, nomeado para a vivência pelo Supremo Magus. A participação é restrita a 72 membros. Os novos membros são obrigados a selecionar um "lema latino" distintivo e afirmar que eles não são membros de uma organização Rosacruz maçônica como uma questão de ética. A Ordem não está interessada no aumento de número de membros, mas na qualidade dos membros, e está sempre feliz em considerar tais irmãos, cujo interesse em objetivos da Ordem são sinceros e que considere estar em solidariedade com o movimento.

Já a SRIA (Sociedade Rosacruciana in Anglia) teve seus trabalhos iniciados entre 1852 e 1859, apesar de seu documento de constituição ser de 1868. Mas se atribui sua origem a 1543, o que estaria mesmo antes dos manifestos rosacruzes conhecidos. O mais provável que seja 1866-68 mesmo, e em 1867 a primeira reunião. Essa também possui 9 graus em sua estrutura. O limite máximo de membros é de 144. O colégio oiriginal possuía 12 membros. A ordem está atualmente concentrada na Inglaterra, Austrália, Nova Zelândia, Canadá, País de Gales, França, Holanda. Seus rituais são baseados no Fama Fraternitatis e na Rosacruz de Ouro. Diz que é a Rosacruz mais antiga do mundo. O maior legado dessa Ordem SRIA são seus 400 livros antigos e manuscritos Rosacruzes, que estão atualmente alojados no Museu da Grande Loja Unida da Inglaterra. Já a SRIS (in Scotia) já se teria segundo alguns extinto, mas há sinais de continuidade, bem como sendo a origem das outras duas que continuam.

Em diferença com Ordens Rosacruzes mais comuns, como as místicas (ex. AMORC), essas ordens Rosacruzes maçônicas foram classificadas de herméticas. Há também aquelas Rosacruzes que se pode classificar de teosóficas ou gnósticas, como a Lectorium Rosacrucianum e a Rosacrucian Fellowship, ou gnóstico-thelêmica, a FRA. Todas elas de elevados ensinamentos, e que são adequadas a cada buscador na senda da Tradição Rosacruz. Mas o que transparece em alguns documentos, é que desde a SRIS e as posteriores, se há estudo de misticismo judaico-cristão, de cabala, das letras místicas I.N.R.I., 4 elementos, da mística da Luz, o Nome de Jeová (IHVH), Alquimia Espiritual, a mística do número 12, da Santa ceia, de Jesus, religiões orientais, mistérios egípcios etc. isso somado ao simbolismo dos rituais e a característica maçônica, que foi retirada em ordens Rosacruzes de século 19. Mas no geral o que se vê em ordens Rosacruzes maçônicas é uma característica diferenciada daquela que se observa em não dessa filiação. Mas nem por isso se pode dizer menos verdadeiras do que aquelas que surgiram posteriormente, e todas colaboram a manutenção de uma Tradição Rosacruz.

 

[The Kybalion's New Clothes: An Early 20th Century Text's Dubious Association with Hermeticism, de autoria de Nicholas E. Chapel, publicado por Journal of the Western Mystery Tradition, n° 24, vol. 3, Vernall Equinox 2013, disponível em < http://www.jwmt.org/v3n24/chapel.html>. Traduzido por Lucas Moraes. Tradução autorizada pelo autor]

O Caibalion, publicado em 1912 pelo pseudônimo Três Iniciados, é amplamente considerado como um clássico do esoterismo do século XX. O trabalho consiste em aforismos a partir de um texto de mesmo nome, bem como extensos comentários sobre estes. Ele descreve sete princípios ou leis universais "sobre as quais," afirma, "toda a Filosofia Hermética é baseada."1 Uma boa compreensão e aplicação dessas leis, de acordo com o texto, permitirá que um indivíduo alcance o autodomínio.

Já se reconhece amplamente hoje que O Caibalion, tanto como uma coleção de aforismos quanto de comentários subsequentes, foi um produto de um movimento do final do séc. XIX e início do século XX, o movimento do Novo Pensamento, e foi provavelmente escrito individualmente por William Walker Atkinson. Apesar da aceitação generalizada desta posição, no entanto, a associação auto-proclamada do Caibalion com Hermetismo tem sido em grande parte incontestada. Philip Deslippe, em sua introdução à edição Penguin/Tarcher de O Caibalion[1], tem muito a dizer sobre o contexto do Novo Pensamento, do qual o trabalho emergiu, e trás convincentes argumentos sobre a autoria de Atkinson, mas, ao mesmo tempo, ele entusiasticamente promove O Caibalion como um herdeiro da tradição hermética, afirmando que ele "criou uma ponte entre os mundos ocultos dos séculos XIX e XX, amalgamando ensinamentos esotéricos e organizando-os de tal forma que iriam inspirar de maneira única um vasto e diversificado grupo de buscadores, até os dias de hoje."2 Enquanto o último pode ser verdade, quando afirma que O Caibalion é um exemplo de filosofia hermética, ou mesmo um herdeiro da mesma, ele pisa em um terreno consideravelmente mais frágil. Certamente, O Caibalion está firmemente arraigado na tradição esotérica ocidental. No entanto, estaria ele realmente em consonância com o domínio específico do Hermetismo? Este estudo realiza uma análise crítica do pensamento de O Caibalion em comparação e em contraste com o pensamento Hermético antigo e moderno, a fim de responder a esta pergunta. Além disso, apesar da associação do Caibalion com o Novo Pensamento não ser de forma alguma novidade, as análises detalhando os pontos em comum entre os dois campos têm sido, até agora, em grande parte de natureza superficial. Assim, um dos objetivos deste estudo é ilustrar também mais claramente as formas nas quais O Caibalion evidencia a doutrina do Novo Pensamento, e situá-las de forma adequada dentro deste contexto. E então, com O Caibalion situado em seu adequado quadro histórico, proceder-se-á o estudo para avaliar a conexão do Caibalion, ou falta dela, com o Hermetismo enquanto corrente histórica.

...continuar lendo "A Nova Roupa do Caibalion: Associação duvidosa de um texto do início do Séc. XX com o Hermetismo"

f235cb8b52bf4e343e2136a4189a99a1Série O Plano Astral e o Ocultismo. Posts anteriores: 1. O Plano Astral e o Ocultismo.

A maioria dos estudantes de ocultismo tem uma única meta em mente: o manejo das forças ocultas, invisíveis. Além disso, querem chegar de forma rápida e sem perigos a aquisição de tais “poderes”. Uns querem praticar viagens astrais, outros impor a sua vontade aos outros e há ainda os que desejam soltar bolas de fogo, curar doenças até então incuráveis ou ressuscitar os mortos através de algumas palavras. Podemos ainda acrescentar ao nosso Ocultismo atual as brigas acadêmicas, as invejas individuais, os pequenos golpes baixos íntimos, as verdades absolutas e inúmeras outras paixões que agitam este meio.

As forças invisíveis existem? Será que realmente o homem pode manejar as forças ocultas da natureza ou de sua própria constituição? O manejo ocorre de forma igual para todos os homens? Basicamente, neste segunda parte da série sobre o Plano Astral, é o que iremos buscar refletir e discutir.

Existe realmente uma força invisível? Pensemos bem. Estamos sobre a Terra. Ao nosso redor temos as árvores, os vegetais, os animais, a água, o solo, o ar, dentre diversas outras coisas. No céu, os astros se movem. O Sol passa através do Zodíaco, a Lua gira à nossa volta, os planetas também seguem seu curso no céu e vemos as constelações levantarem e descerem. A Terra gira em torno do Sol e este também, com sua comitiva de planetas, em torno do centro de nossa galáxia. Além disto, temos as forças físicas e os fenômenos químicos… Enfim, há lugar para uma força invisível no Universo?

...continuar lendo "As Possibilidades Humanas – Parte 2"

astralEntre o mundo físico e os planos superiores, há um plano intermediário que tem por função receber as impressões do plano superior para realizá-las sobre a matéria, da mesma forma que a mão de um artista está encarregada de receber as impressões do cérebro e de fixá-las sobre a matéria. Este plano intermediário entre o princípio das coisas e as próprias coisas é o que chamamos de Plano Astral. Esta é uma região metafísica impossível de ser percebida apenas com a razão.

No mundo divino, as coisas são inicialmente criadas em princípio (em latência, como as ideias). Este princípio passa pelo plano psíquico (outro nome para o plano astral) e aí se manifesta em negativo, de forma que tudo que era luminoso se torna obscuro e vice-versa. Sendo assim, não temos a imagem exata do princípio, mas a modelagem desta imagem, que aparecerá em negativo. Uma vez obtida tal modelagem, a criação “no astral” está terminada. Aí então começa a criação no mundo visível. A forma astral age sobre a matéria e dá origem à sua forma física. O astral não pode mudar os tipos que faz aparecer em seu molde, pois não muda a imagem que reproduz. Para isto, seria necessário a criação de um novo molde e isto só Deus e o homem poderão fazer.

...continuar lendo "O Plano Astral e o Ocultismo – Parte 1"

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Coluna com traduções dos textos do blog do Sam Robinson. Esta é uma tradução do artigo “Are The Rosicrucians Really Christians?” realizada por Jeff Alves.

Vamos esclarecer o assunto de uma vez por todas: São os Rosacruzes Cristãos ou Não?

Depois de anunciar a minha intenção de analisar todas as Ordens Rosacruzes no meu último post no blog, alguns objetivos também foram claramente definidos, a fim de concluir o processo. O primeiro desses objetivos é determinar a verdadeira natureza da Ordem Rosacruz. Afinal como é que alguém pode esperar avaliar claramente as diversas linhagens sem ter algum tipo de fator de medição através do qual poderá julgá-los?

Apenas para recapitular, vou analisar cada ordem, premiá-las com uma classificação por estrelas e um sistema de pontos, baseados em seus méritos, ensinamentos e espírito de comunidade. Elas estão indo para serem colocadas sob o microscópio.

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Temos que retornar às fontes originais que inspiram o movimento, particularmente os manifestos Rosacruzes do início de 1600 em diante. Diversos símbolos e ordens podem provar sua validade indo para 1700, numa época em que a alquimia ainda era praticada e os ideais Rosacruzes originais ainda estavam frescos em suas mentes europeias. Hoje o que vamos focar é um argumento frequentemente aquecida, a respeito do verdadeiro núcleo dos ensinamentos Rosacruzes; são os Rosacruzes realmente cristãos?

...continuar lendo "São os Rosacruzes Realmente Cristãos?"

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Coluna com traduções dos textos do blog do Sam Robinson. Esta é uma tradução do artigo “Secret Tarot Atribuitions of the German Rosicrucians Part 1” realizada por Jeff Alves.

Há alguns meses atrás eu apresentei um pequeno vislumbre da Pansofia dos Rosacruzes. Alguns dos meus bons amigos do S.O.M.A chegaram a ver pela primeira vez uma chave importante que fiz entre duas cartas de Tarô. Ao mudar a ordem dessas duas cartas desta forma você também mudará as suas posições na Árvore da Vida e os caminhos a elas associados. As duas cartas a serem comutadas são a Estrela e a Lua.

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A troca foi feita devido às palavras vindas de meu mentor na Alemanha, que me pediu para examinar as associações e garantir que "o casal real se reúnem em Reconciliação".

Sim, ele me deixou pendurado com apenas essa declaração e, embora frustante, ela me conduziu à chave para desvendar uma série de ricos e ainda escondidos ensinamentos que pertencem à uma visão alquímica da Kabbalah, anteriormente pouco falada fora do círculo Rosacruz que se formou em torno de Gustav Meyrink.

...continuar lendo "Secretas Atribuições do Tarot dos Rosacruzes Alemães – Parte 1"

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capa biblia e tradição lightCAPÍTULO 1

1 Ora aconteceu no trigésimo ano, no quarto mês, no dia quinto do mês, que estando eu no meio dos cativos, junto ao rio Quebar, se abriram os céus, e eu tive visões de Deus.

Comentário: Aconteceu segundo alguns, em um Shabat, sábado, que é dia especial a estudo da Torá. Abrir os céus é uma experiência mística.

2 No quinto dia do mês, já no quinto ano do cativeiro do rei Joaquim,
3 veio expressamente a palavra do Senhor a Ezequiel, filho de Buzi, o sacerdote, na terra dos caldeus, junto ao rio Quebar; e ali esteve sobre ele a mão do Senhor.

Comentário: Joaquim significa, em hebraico, Jeová tem estabelecido ou levantado. Refere-se ao quinto ano, dos trinta de cativeiro. Quebar significa em hebraico, abundante. Quinto mês é Thamus.

...continuar lendo "Estudo Ocultista sobre o Livro de Ezequiel – Parte 1"

 16 Deus, pois, fez os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; fez também as estrelas.

Comentário: O Sol que é o masculino, ou Yang, e a Lua que é feminino, ou Yin. A Lua diminuiu sua luz original e assim teve uma influência qlifótica, atraindo homens na noite para seus desejos inconscientes. A loucura é provocada por ela, a Lua, e os desejos sensuais e contatos com demônios se devem a ela, ou a sua modificação, uma vez que de início, segundo uma certa tradição, estaria unida ao Sol. Adão depois terá uma relação com esses espíritos lunares (demônio feminino Lilith). Por isso que nasceram seres espirituais negativos tanto antes de conhecer Eva, como depois, onde ficou Adão 130 anos sem ela, quando da morte de Abel. O que a tradição ocultista chama de criação de súcubos. Estrela é uma faculdade virtual.

17 E Deus os pôs no firmamento do céu para alumiar a terra,

Comentário: A expansão etérea para que se espalhasse a Inteligência (Nous).

...continuar lendo "Estudo Ocultista sobre o Gênesis – parte 2"